Lições de Amor-Próprio
Ludmilla Raissuli

Lições de Amor-Próprio

Ludmilla Raissuli

Espaço dedicado ao fortalecimento da mulher em todas as suas dimensões. Sou Ludmilla Raissuli, fundadora da Escola de Amor-Próprio. Integro minha experiência no Direito das Mulheres com ferramentas terapêuticas de Constelação Familiar e a arte da Dança do Ventre para oferecer uma formação integral do feminino. Descubra conteúdos sobre emancipação, cura de linhagem e a potência de ser quem você é.

Ludmilla Raissuli

Quem é

Ludmilla Raissuli

Sou fundadora da Escola de Amor-Próprio. A minha jornada une o conhecimento jurídico no Direito das Mulheres, a profundidade da Constelação Familiar e a cura corporal através da Dança do Ventre.

Através da minha abordagem integral, guio mulheres no caminho da emancipação, da cura de linhagens ancestrais e no despertar da potência magnífica que reside em cada uma. O meu compromisso é ajudá-la a florescer na sua forma mais autêntica e digna.

Explore os nossos
Cursos Online e Presencial

Escola de Amor-Próprio

A jornada definitiva para o seu fortalecimento emocional e consciência sistémica.

SAIBA MAIS

Dança do Ventre Online

Conecte-se com a sua feminilidade e cure-se através do movimento sagrado.

SAIBA MAIS

Feminilidade no Corpo

Práticas integrativas para mulheres que procuram presença e potência real.

SAIBA MAIS

Lições Recentes

A Cultura Carnavalesca da “Odalisca”: Entre a Fantasia e o Respeito à Dança do Ventre


O período do Carnaval é um momento vibrante da nossa cultura, mas também é uma época delicada para quem estuda e preserva a cultura árabe e a dança do ventre. Como professoras, temos a missão de educar, honrando as raízes dessa arte milenar enquanto celebramos a diversidade do Brasil. 🇧🇷

O Estigma da "Odalisca" no Carnaval

Nesta época, elementos do Egito, Índia e Grécia costumam se misturar em uma interpretação "abrasileirada" que frequentemente reduz figuras femininas ao estereótipo da odalisca. Infelizmente, essa visão simplista não contribui para a valorização da mulher e nem para o reconhecimento da dança como arte.

Muitas bailarinas profissionais sentem aquele "pavor" saudável quando alguém pede um figurino de luxo emprestado para desfilar na avenida 😅. A imagem da mulher sensual acaba sendo reforçada por uma mistura de elementos árabes, indianos e ciganos que, embora honrem a nossa miscigenação, podem distorcer o real significado dessas culturas.

É possível curtir com consciência?

A dança do ventre é uma arte globalizada e comporta influências do mundo inteiro. Não precisamos ser rígidas ou "chatas" só porque amamos a técnica e a história da dança! 🤓 É perfeitamente possível dançar, educar e curtir a folia ao mesmo tempo.

No entanto, fica o alerta: ao ver uma fantasia de "odalisque" por aí, lembre-se que aquilo é uma representação carnavalesca, e não a realidade da dança do ventre profissional.

Feminilidade além da Sensualidade

Há séculos, o Ocidente reproduz imagens equivocadas e hipersexualizadas da mulher oriental. Brinque, celebre sua fantasia e dê um lugar bonito para os seus exageros de Carnaval, mas lembre-se:

A feminilidade não se resume à sensualidade, e sensualidade demasiada não é sinônimo de autoestima, muito menos de amor-próprio.

Neste Carnaval, o convite é para o equilíbrio. Dance com a alma, mas respeite a história.

Ame-se. Respeite-se. Enfeite-se e, acima de tudo, valorize-se! 🌷

(🎨 Obra: Léon François Comerre - L'Odalisque au tambourin)

Comentários